Morre professora Hermogênia Eleutério, autora do Hino Oficial de Anápolis


||| Gênia completou 70 anos de idade no dia 24 de janeiro. Ela era membro titular da União Literária Anapolina (ULA). Natural de Anápolis, a professora contribuiu para a formação cultural e educacional de diversas gerações

DA REDAÇÃO

Morreu na madrugada desta quarta-feira (30.jan.19), a professora Hermogênia Eleutério de Oliveira, autora da letra do Hino Oficial de Anápolis, composto em 1977 com arranjos do maestro Orestes Farinello (1908-1989).

A professora Gênia, como era conhecida, tinha problemas no coração. Ela passou mal, chegou a ser socorrida pelo Samu e levada para um hospital, mas não resistiu. Seu corpo será velado no Plenário Teotônio Vilela, da Câmara Municipal de Anápolis. O sepultamento acontece no Cemitério São Miguel.

Gênia completou 70 anos de idade no dia 24 de janeiro. Ela era membro titular da União Literária Anapolina (ULA). Natural de Anápolis, a professora contribuiu para a formação cultural e educacional de diversas gerações.

Como escritora, teve poemas publicados na antologia ‘Anápolis em tempo de poesia’. Tem ainda três livros lançados pela Secretaria Municipal de Cultura. Mais recente, foi revisora de texto do projeto Caderno de Pesquisas, editado pelo Museu Histórico de Anápolis Alderico Borges de Carvalho.

Há 30 anos mantinha um curso particular de Língua Portuguesa, onde dava aulas de gramática, interpretação de texto e redação. Filiada ao PT, disputou a eleição para vereador em 2012.

Hino de Anápolis (Orestes Farinello e Hermogênia Eleutério de Oliveira)

Anápolis de lutas e valores Edificada sobre as mãos da padroeira Cidade sonhos dos teus filhos Mensageira de paz e encanto De acalanto e flores

Quem te ilumina em manhas douras Sorri febril derrama luzes nas calçadas E te acompanha neste afã de progredir E o mesmo sol que esplende o céu afora A prometer num só provir de suma aurora

Quem te gorjeia levemente Aos ouvidos velhas canções De quem passou e continua E o passado a compor versos comovido A ostentar teus monumentos pelas ruas!

Anápolis, Anápolis poema de bravura Que escreveram nossos pais, nossos avós Alma gigante que se alastra em terra pura Canção de amor que agente canta em plena voz.

Anápolis, Anápolis poema de bravura Que escreveram nossos pais, nossos avós Alma gigante que se alastra em terra pura Canção de amor que agente canta em plena voz.

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