Câmera de segurança registra acidentes que impressionam em cruzamento na Vila Jaiara


||| Dessa vez foi um capotamento que deixou veículo parado no asfalto, com rodas para cima. Em 2014 aconteceu o caso mais famoso: avó e neto saíram ilesos de atropelamento que teve o pneu do carro passando por cima da cabeça do menino

DA REDAÇÃO

Cruzamento da Avenida Bernardo Sayão com a Rua Uruana, na Vila Jaiara, em Anápolis. O excesso de velocidade e imprudência de motoristas acaba provocando acidentes no local, geralmente registrados pela mesma câmera de segurança na porta de uma casa que fica a alguns metros do ponto.

Na sexta-feira (8.mar), uma batida acabou fazendo com que um dos carros envolvidos capotasse. O estado que o veículo ficou, de rodas para cima, impressiona por se tratar de uma via dentro da cidade, em um bairro residencial, e que, portanto, os motoristas deveriam obedecer a um limite de velocidade.

Mas o registro mais famoso dessa mesma câmera foi feito em 21 de janeiro de 2014. Naquele dia um Honda Fit bateu em um Chevrolet Celta e, em seguida, colidiu com um VW Gol, que estava estacionado. Com o impacto da colisão, o terceiro veículo atropelou uma mulher e seu neto.

Vilma Theodoro do Nascimento foi arrastada pelo carro e o menino, João Pedro Nascimento, com 5 anos na época, ficou por baixo do veículo. O pneu passa por duas vezes por cima de sua cabeça, mas ele escapou ileso do acidente. As imagens rodaram o mundo e impressionam pela sorte da avó e do neto.

Imprudência No caso do capotamento, o excesso de velocidade ao entrar em um cruzamento foi decisivo para que acontecesse o acidente. A Companhia Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) informou que havia sinalização pintada nas vias do cruzamento, que acabou sendo reforçada durante a noite após a batida. Embora visível, já estava programada uma repintura porque uma obra de infraestrutura aconteceu naquele ponto.

Em 2014 o cruzamento não tinha sinalização, portanto a lei determina que a preferência é daquele quem vem da direita.

Em ambos os casos, a velocidade alta em um local de grande fluxo de veículos acaba por impedir qualquer reação dos motoristas. E as imagens impressionam.

Repintura feita à noite, em imagem da CMTT

O acidente de 2014, com avó e neto atropelados, mas que ficaram ilesos

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