Polícia Civil diz que mensagens usadas para chantagear padre Robson eram falsas


||| O religioso responsável pela Basílica do Divino Pai Eterno em Trindade repassou dinheiro para o bando; segundo o MP-GO, as mensagens eram “pessoais, amorosas e profissionais”

DA REDAÇÃO

Na quinta-feira (14.mar) o juiz Ricardo Prata, da 8ª Vara Criminal de Goiânia, condenou cinco pessoas por extorquir o padre Robson de Oliveira Pereira em R$ 2 milhões. O religioso é responsável pela Basílica do Divino Pai Eterno em Trindade.

Nesta sexta-feira (15.mar), novas informações sobre o caso foram divulgadas. O delegado que investigou o crime à época, Kleyton Manoel Dias, informou que todas as mensagens usadas pelos chantagistas para extorquir o padre eram falsas.

Entre os presos estavam um policial militar aposentado e um policial civil. Os crimes ocorreram entre março e abril de 2017. Por meio de nota a Polícia Civil disse que o policial envolvido está preso preventivamente desde fevereiro de 2018. A Polícia Militar informou que como o PM é aposentado, ele não se enquadra nos procedimentos administrativos da corporação.

Denúncia A denúncia do MP-GO mostra que o grupo extorquiu mais de R$ 2 milhões de padre Robson, para que não divulgassem imagens e mensagens eletrônicas com informações pessoais, amorosas e profissionais que levassem a prejudicar sua imagem.

Com isso, o padre chegou a transferir R$ 2 milhões das contas bancárias da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe) para as contas bancárias indicadas pelos réus. Também foram realizados pagamentos de quantias que variaram de R$ 50 mil a R$ 700 mil, em espécie.

Por meio de nota, a Afipe disse que “não teve nenhum prejuízo financeiro e todo o valor já voltou para a instituição”. Também no texto, o órgão elogiou os trabalhos de investigação e a condenação. Por fim, a associação afirmou que “padre Robson reza pela conversão e salvação destas pessoas”.

Associação disse que o padre Robson reza pela conversão e salvação daqueles que o extorquiram

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