Edson Tavares diz que vai deixar presidência do PSL em Anápolis


||| Empresário conta que já comunicou deputado federal Delegado Waldir, responsável pelo diretório estadual; segundo Tavares, seu objetivo é seguir na sigla, construindo as candidaturas para 2020

FERNANDA MORAIS

O empresário Edson Tavares disse essa semana que vai deixar a presidência do PSL em Anápolis. Segundo ele, sua decisão já foi comunicada ao presidente estadual do partido, deputado federal Delegado Waldir.

A justificativa do empresário é que para construir outros projetos, como candidaturas a vereador ou a prefeito na eleição de 2020, se manter no cargo pode ser inviável.

“Pedi liberação ao Delegado Waldir. Já mandei mensagem informando a decisão e em breve entregarei documentos para formalizar o pedido”, declarou ao repórter Lucivan Machado, da Rádio Manchester.

Edson Tavares disse que sua missão ao aceitar presidir o PSL era organizar a situação fiscal e eleitoral da legenda.

“Estou quase terminando esse processo. Desde 2014 que o PSL não presta contas nem à Receita Federal nem ao Tribunal Regional Eleitoral. Está quase tudo pronto, portanto, já antecipei minha decisão ao presidente regional. O Delegado Waldir terá então a liberdade de definir pela nova executiva local”, acrescentou.

O empresário disse ainda que embora esteja decidido a deixar o comando do PSL continuará no partido como filiado. “Apoio o governo federal, sou bolsonariano e não vou mudar essa minha linha de conduta”, afirmou.

Vereador Japão Antes de se definir pela saída da presidência do PSL, Edson Tavares enfrentou alguns entraves no partido. A começar pelo processo no conselho de ética contra o vereador Deusmar Japão, que pode terminar na expulsão do parlamentar da legenda. Na eleição de 2018 Japão não apoiou o deputado federal Delegado Waldir, mas Adriano Avelar, do PP, e isso gerou o processo, que ainda não foi concluído.

Edson Tavares explicou que o conselho de ética estadual que vai julgar o processo de Japão. “Nenhum membro da executiva local, do conselho de ética de Anápolis, participará da decisão”, comentou.

Mais recentemente, Edson Tavares viu o delegado Humberto, candidato a deputado estadual em 2018 pelo PSL, que alcançou mais de 8 mil votos pela legenda, aceitar o convite do prefeito Roberto Naves (PTB) para ser o titular da futura Secretaria Municipal de Segurança Pública.

“Foi uma decisão pessoal dele. Quando conversou comigo eu senti que ele já tinha sido picado pela mosca. O PSL não está na base do prefeito, eu orientei Humberto a não aceitar, mas embora não concorde, respeito a sua decisão”, contou Tavares.

Tavares deixa a presidência do PSL, mas segue "bolsonariano"

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