MDB terá chapa competitiva de candidatos a vereador em 2020, diz Ricardo Naben


||| Nome histórico do partido, articulador de bastidores, o empresário também fala da possibilidade de se lançar candidato a prefeito e admite que não há nada em cogitação no momento, mas não se descarta uma nova aliança com o PT

FERNANDA MORAIS

O empresário Ricardo Jorge Naben, ex-vereador e um importante articulador de bastidores na política anapolina, disse essa semana que o MDB já tem bons nomes para compor uma chapa de vereadores competitiva na eleição de 2020.

Naben acrescentou que o partido tem, inclusive, a pretensão de lançar chapa majoritária para a disputa. “Estamos trabalhando junto com o presidente local, o doutor Márcio Corrêa, e com Daniel Vilela para formatar uma chapa forte. A ideia é ter sucesso nas urnas em 2020”, comentou o empresário em entrevista à Rádio Manchester AM.

Sobre os possíveis nomes que poderiam encabeçar uma chapa majoritária pelo MDB, Ricardo Naben preferiu não antecipar as possibilidades. “Temos militantes interessados no grupo. Temos também ex-vereadores e até vereadores com mandato esperando a janela para compor o nosso projeto, mas não é o momento de divulgar para não comprometer esse trabalho”, declarou.

O empresário garantiu que o MDB local terá um diferencial nas eleições do ano que vem, para recuperar o prestígio que já teve na cidade e em Goiás, quando do seu diretório saíram deputados federais e estaduais, além de um governador, Henrique Santillo.

A última vez que a sigla participou de uma chapa majoritária no Estado foi em 2006, quando a ex-deputada Onaide Santillo foi vice do candidato a governador Maguito Vilela. Aqui em Anápolis, na eleição de 2016, o empresário Eli Rosa, hoje no Podemos, disputou e perdeu a Prefeitura de Anápolis como candidato a vice-prefeito na chapa de João Gomes, hoje PSDB, mas à época no PT.

“O MDB se modernizou, e está renovando seus quadros. A começar pelo presidente do diretório, o doutor Márcio Corrêa. Nas duas últimas eleições municipais a conversa era que o partido teria de 45 a 50 candidatos a vereador e no final, não tinha nem 15 candidatos”.

Naben lembrou ainda que nas duas últimas disputas eleitorais em Anápolis, a legenda elegeu apenas um vereador em cada. Em 2012 Eli Rosa, e em 2016, Elinner Rosa.

“E foram eleitos a reboque, dentro de coligações. A Elinner é nossa líder na Câmara, está fazendo um bom trabalho, mas nos pleitos anteriores tivemos dificuldade em compor uma chapa que, com certeza, não teremos agora”.

Em relação à possibilidade de compor novamente aliança com o PT, Ricardo Naben comentou que dois líderes do MDB estadual, Daniel e Maguito Vilela, “são próximos do pessoal do PT em Anápolis”, mas avaliou que essa discussão, apesar de não ser impossível, não está aberta.

“Podemos conversar. Quem sabe um pode ser vive do outro. Não necessariamente o MDB vice do PT. Tem que discutir quem está mais preparado para a disputa e para assumir o projeto. A conversa não precisa ser restrita com o PT, vamos abrir diálogo com outros partidos”.

Naben disse ainda que o projeto do MDB em Anápolis não é apenas ganhar a eleição. Além de fortalecer o partido, a ideia é colaborar para o desenvolvimento da cidade. “Se considerarmos que é possível ganhar o pleito, vamos lançar um nome, mas se for preciso unir com outra legenda, porque não?”, concluiu.

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