Reviravolta: licitação do Porto Seco de Anápolis está suspensa por 60 dias


||| O motivo é a inviabilidade da Certidão de Uso e Ocupação do Solo apresentada no processo pela empresa campeã do certame, a Aurora da Amazônia

DA REDAÇÃO

Por decisão da desembargadora Daniele Maranhão, a licitação do Porto Seco de Anápolis foi suspensa por 60 dias. O prazo começou a contar em 26 de junho. O motivo é a inviabilidade da Certidão de Uso e Ocupação do Solo apresentada no processo pela empresa campeã do certame, a Aurora da Amazônia.

A vitória da empresa foi publicada no Diário Oficial da União do dia 10 junho. O pedido de suspensão partiu da concorrente e segunda colocada na licitação, a Porto Seco Centro-Oeste S/A, que agora precisa apresentar argumentos defendendo a anulação do processo. A empresa é a atual detentora da concessão da estação aduaneira que fica localizada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia).

Essa licitação já apresentou diversas reviravoltas. A Aurora chegou ser considerada inabilitada para função de gerenciadora do Porto Seco. Por meio de nota à imprensa, a empresa alegou que lamentava a conturbada corrida até a conclusão do processo licitatório que “foi marcado por muitos recursos sem sucesso contra a sua proposta comercial”.

Isso porque a Porto Seco Centro-Oeste S/A acusou a Aurora de atribuir valores fictícios aos documentos apresentados na primeira fase da licitação.

Agora a Aurora terá que aguardar os novos desdobramentos do processo para dar continuidade aos seus projetos para o Porto Seco de Anápolis. No mês de junho, assim que foi publicada a sua vitória no Diário Oficial da União, mesmo sem assinatura de contrato para operar o espaço, a empresa garantiu que além de gerar 1.500 novos empregos, a proposta inicial é investir R$ 80 milhões no terminal em Anápolis.

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