Área de 19 alqueires na região norte de Anápolis é escolhida para abrigar Daia 2


||| Prefeito Roberto Naves pediu autorização na Câmara para permutar uma área pública por outra particular, entre o Parque de Exposições e a ALA 2, para abrigar novo distrito agroindustrial

MARCOS VIEIRA

O prefeito Roberto Naves (PTB) protocolou projeto de lei complementar na Câmara Municipal de Anápolis, pedindo autorização aos vereadores para permutar área pública por uma área particular, com o objetivo de criar um novo distrito agroindustrial, o chamado Daia 2.

O texto deve ser lido na sessão de segunda-feira (12.ago) e seguirá para análise das comissões. Só depois disso será submetido ao crivo do plenário.

A área da Prefeitura de Anápolis que será permutada é formada por seis lotes das Chácaras Boa Esperança, totalizando 18 hectares, onde antes funcionava a Escola Agrícola e, segundo o projeto de lei, tem o valor de R$ 4,564 milhões.

Já o terreno particular que será utilizado para a implantação do Daia 2 pertence a Andréa Hajjar, Ibrahim Hajjar Filho e Ana Cláudia Hajjar, tem aproximadamente 19 alqueires e valor de R$ 4,373 milhões. Trata-se de uma porção de terra denominada Fazenda Barreiro. Fica na região norte da cidade, entre o Parque de Exposições Agropecuárias e a ALA 2 (antiga Base Aérea).

O projeto de lei diz que cada uma das partes arcará com o pagamento de metade das despesas relativas à lavratura da escritura pública de permuta. Já os proprietários do imóvel particular vão pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis).

Em sua justificativa, o prefeito lembra que o Daia não possui mais áreas para abrigar novas empresas, o que vem “prejudicando o pleno desenvolvimento econômico do município”, por isso foi feito levantamento de áreas que teriam condições de receber um novo distrito.

O projeto de lei aponta os requisitos para a escolha do terreno: distância de aglomerados urbanos de forma a evitar a ocorrência de incômodo aos moradores, área servida por rodovia dupla com fácil e amplo acesso, visando ao escoamento da produção e capacidade para instalação de redes de energia elétrica e de fornecimento de água.

Roberto Naves defende que a aprovação do projeto de lei trará benefícios para a cidade. “Pois com a implantação do futuro polo industrial, o que obviamente atrairá novas indústrias interessadas em aqui se instalar, ocasionará, de imediato, a geração de novos empregos e o aumento da arrecadação de tributos municipais e outras receitas”, explica.

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