Thaís Souza dá prazo para saída do PSL caso sigla permaneça inerte em Anápolis


||| Vereadora diz que pode deixar partido que a elegeu a partir do dia 15 de fevereiro caso presidente regional, Delegado Waldir, não venha a Anápolis tratar da organização para 2020

MARCOS VIEIRA

A vereadora Thaís Souza afirmou nesta segunda-feira (13.jan) que deixará o PSL se o partido permanecer inerte em Anápolis, sem se preparar para a disputa eleitoral. Em entrevista à Rádio Manchester News, ela deu um prazo para que as coisas comecem a se movimentar na sigla: 15 de fevereiro.

Segundo Thaís, o presidente do PSL de Goiás, deputado federal Delegado Waldir, promete diariamente vir à cidade tratar do diretório local, mas isso nunca acontece. “Todo dia ele está vindo aqui amanhã”, ironizou a vereadora.

“O partido está à míngua”, prosseguiu Thaís Souza, que reclamou do fato de não existir presidente no comando municipal e nenhuma articulação para montagem de uma chapa de candidatos a vereador. “Não precisa ser expert em política para saber que desse jeito o partido não vai prosperar”, afirmou.

Questionada sobre a pré-candidatura a prefeito do empresário Edson Tavares, Thaís disse que nada foi repassado aos membros do PSL e a vinda do Delegado Waldir é fundamental também para isso.

A vereadora falou ainda que seu colega e também membro do PSL, vereador Deusmar Japão, já havia dito que não permanece na sigla. Ele acabou sendo alvo de um processo de expulsão, ainda não concluído, por ter apoiado candidato a deputado federal de outro partido em 2018.

Os vereadores poderão mudar de partido por justa causa, sem correrem o risco de perderem os mandatos, na janela que vai de 5 de março a 3 de abril.

Vereadora Thaís disse que não precisa ser especialista em política para saber que, sem movimentação, o PSL de Anápolis não irá prosperar (Ismael Vieira/Divulgação/CMA)

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