ALA 2 integra operação nacional contra Covid-19

Atualizado: 2 de Mai de 2020


||| Em visita à Câmara de Anápolis, comandante da guarnição informou que aeronave decola diariamente para levar insumos e profissionais para estados brasileiros em situação mais crítica

MARCOS VIEIRA

Em visita à Câmara Municipal de Anápolis na sessão desta terça-feira (28.abr), o comandante da ALA 2 (antiga Base Aérea de Anápolis), coronel aviador Gustavo Pestana Garcez, explicou o papel da guarnição neste momento de pandemia do coronavírus.

A primeira missão foi a Operação Regresso, que repatriou dezenas de pessoas que estavam em Wuhan, na China, no momento em que a província era o epicentro mundial da Covid-19.

Atualmente a ALA 2 faz parte da Operação Covid-19, responsável pelo comando do Centro-Oeste. Diariamente o KC390 decola de Anápolis levando insumos para estados brasileiros que vivem situação mais crítica em relação à doença.

“Também temos enviados médicos e outros profissionais para essas regiões que precisam de concentração de esforços nesse momento”, explicou o comandante.

Ele citou outras ações da Força Aérea Brasileira (FAB) na operação: suporte logístico, utilização de laboratórios para produção de medicamentos e apoio do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) na fabricação de EPIs (equipamentos de proteção individual).

Pestana citou um ditado no meio militar, “se quiser paz, se prepara para a guerra”, para reforçar a necessidade de união para a luta contra o vírus. Ele também falou da tese de aldeia global, do sociólogo canadense Herbert Marshall: “o que acontece do outro lado do planeta vai impactar nossa vida; e a gente viu isso na pandemia”.

O coronel aviador reforçou que o momento exige esforço conjunto. “Não só de médicos e políticos, mas de todos. Temos que nos unir para combater o inimigo, que é o vírus”.

O comandante apresentou um breve histórico da ALA 2, desde a escolha de Anápolis em 1969 para sediar uma base de defesa aérea, até a chegada de novas aeronaves, prevista para o próximo ano. O caça sueco Saab exige investimentos na ordem de R$ 130 milhões, pois segundo o comandante, é preciso construir novos hangares e outros prédios administrativos, além de treinamento dos pilotos.

Sobre recursos financeiros, o coronel aviador informou que a folha de pagamento da ALA 2 injeta mensalmente na economia local cerca de R$ 24 milhões.

(Foto: Ismael Vieira/CMA)

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