Delegacia de Proteção à Criança pede ajuda para recompor efetivo de servidores

Delegada conversou com vereadora, pedindo apoio para que DPCA tenha psicólogo e advogado



DA REDAÇÃO


A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Anápolis não tem em seus quadros um psicólogo e um advogado, profissionais essenciais no atendimento às vítimas.


A titular da DPCA, delegada Kênia Batita Dutra Segantini, apresentou essa e outras demandas à vereadora Andreia Rezende (SD), em reunião na tarde desta terça-feira (9.fev), quando solicitou apoio para a solução dos problemas.


“Vieram nos relatar que estão com dificuldades em razão da estrutura física e em razão do efetivo. Comprometemos-nos em levar ao Executivo esta necessidade”, disse a vereadora, que visitará a delegacia no dia 18 de fevereiro.


Hoje a DPCA trabalha com a ajuda de voluntários. A delegacia especializada conta com uma delegada, uma escrivã e quatro agentes. No período de pandemia manteve o sistema presencial e realizou mais de 160 atendimentos.


A DPCA tem a responsabilidade de investigar infrações penais praticadas por adultos contra crianças e adolescentes, violência doméstica, abuso sexual, maus tratos e pornografia infanto-juvenil.