Deputado sugere que Anápolis antecipe questões territoriais

Atualizado: 19 de Mai de 2020

Amilton Filho propôs que a Câmara Municipal de Anápolis se antecipe e resolva o problema vivido hoje por moradores do Daiana 1 e 2


FERNANDA MORAIS Durante sua participação na sessão ordinária da Câmara Municipal de Anápolis dessa segunda-feira (18.mai), o deputado estadual Amilton Filho (SD) falou sobre a situação territorial do Residencial Daiana 1 e 2. Os bairros estão localizados ao lado do Industrial Mounir Calixto, na saída de Anápolis pela GO-330, mas fazem parte do município de Silvânia, que está a 52 quilômetros de Anápolis. O problema é que por não fazer parte do território anapolino, a população do Daiana 1 e 2 tem dificuldade em conseguir benefícios como infraestrutura, saúde e educação. De acordo com Amilton, por estarem próximos a Anápolis seria plausível que a região fizesse parte do município. O deputado informou que existem entraves burocráticos que dependem de vontade política para serem resolvidos. Amilton explicou que para o Daiana 1 e 2 ser incorporado a Anápolis é necessário que a Câmara Municipal e a Prefeitura de Silvânia apresentem e aprovem projeto de lei autorizando ceder aquela área ao município. “Os vereadores e o prefeito de Silvânia já me disseram ser favoráveis, mas não colocam no papel, não fazem acontecer”, disse o deputado, sugerindo a antecipação da situação. “E joguem a batata quente para Silvânia. Apresentem um projeto aqui na Câmara em Anápolis autorizando a incorporação da região no território anapolino”, disse. Amilton afirmou que após a medida passar pelo Legislativo local e ser sancionado pelo Executivo, caberá a Silvânia destravar o problema. “Na sequência me comprometo a dar continuidade na proposta na Assembleia. Temos que dar essa satisfação àqueles moradores”, prometeu. Problemas Na semana passada o vereador Pastor Elias Ferreira (PSD) levou até à tribuna da Câmara Municipal a dificuldade que uma família que mora no Daiana 2, que ficou sem suporte do Serviço de Verificação de Óbito (SVO), já que o órgão de Anápolis não está autorizado a fazer o atendimento na região. O vereador disse que desde 2017 está apontando as dificuldades do Daiana 1 e 2 em conseguir serviços essenciais como saúde e educação. Pastor Elias já destacou, por exemplo, que a população da região vota em Silvânia, mas utilizam os serviços públicos de Anápolis. “É sofrimento. Tem que ser feito algo para resolver”, destacou o vereador na ocasião.

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