Mostra virtual Dandô em Casa terá artista de Anápolis

Amanda Ricoldi participa de evento virtual que acontece neste sábado (4.jul), a partir das 17h, nas redes sociais



DA REDAÇÃO


O Circuito de Música Dércio Marques, ou Circuito Dandô, lançou sua versão virtual a partir das restrições da pandemia do coronavírus: o Dandô em Casa. E neste sábado (4.jul), a versão regional do evento, o Circuito Cerrado, traz apresentações de artistas de Goiás a partir das 17h em diferentes plataformas.


Anápolis será representada por Amanda Ricoldi, criadora da Cia Boca do Lixo, admirada por todos que gostam da arte circense. De acordo com o Dandô em Casa, Amanda traz para o público seu projeto mais recente, “Amanda Canto Violado”, que mescla referências diversas da música brasileira em harmonia com a viola caipira.


Também participam da edição os seguintes artistas: Cabocla (Pirenópolis), Isabella Rovo (Pirenópolis), Ney Couteiro (Goiânia), Sabah Moraes (Goiânia) e Victor Batista (Pirenópolis).


O Dandô em Casa promete interação com o público pelas redes sociais do projeto, através de vídeos e lives de entrevistas durante esta semana e ao longo da campanha que segue até setembro 2020.


Nascido há seis anos o Dandô, o Circuito de Música Dércio Marques é um coletivo de artistas e mobilizadores culturais que se uniram em prol de criação de rede e de espalhar suas canções pelas mais diversas regiões do Brasil, inicialmente, e em alguns países da América Latina e da Europa.


SERVIÇO


Mostra Regional Circuito Cerrado GO/DF #Dandô em Casa - 04/07/2020 - sábado - 17h


Onde acompanhar?

Instagram: @dandonacional

Facebook: @circuitodandonacional |

YouTube: www.youtube.com/circuitodandobr

Site: www.circuitodando.com


SOBRE OS ARTISTAS


Amanda Ricoldi: multiartista goiana que busca envolver sentimentos e vivências em suas diversas áreas de atuação. É artista e criadora da Cia. Boca do Lixo, companhia na qual desenvolve suas habilidades musicais, de palhaçaria, malabaristicas e também de produção cultural. Seu projeto mais recente é Amanda Canto Violado, que mescla referências diversas da música brasileira em harmonia com a viola caipira, percorrendo a brasilidade de suas raízes goianas e trazendo uma nova roupagem para o cenário musical da viola. O empoderamento feminino dessa artista brincante é uma mistura das suas inúmeras habilidades dentro do espetáculo, transformando com irreverência o universo musical da sua geração.


Cabocla: Mineira de Itajubá, mora em Pirenópolis (GO) há dois anos e lança seu primeiro CD em 2020. Dos congos e reisados, que ouvia quando criança, partiu para uma pesquisa profunda sobre a música popular brasileira de raiz numa jornada embalada pela percussão, talento que desenvolveu com o grupo Batalá de Brasília. Também desde 2015 no Circuito Dandô como produtora, Cabocla agora vem para a linha de apresentações com seu trabalho recém-lançado, com composições próprias e de outros autores, mesclando poesia com ciranda, chorinho, seresta, entre outras referências.


Isabella Rovo: é fruto da primeira geração genuinamente brasiliense, assimilando a pluralidade do sotaque cultural da capital em seus trabalhos nas áreas de música, artes plásticas, educação e literatura de cordel. Atualmente integra e produz a Camerata Caipira, grupo que interpreta canções de diferentes regiões do país em arranjos voltados para instrumentos de cordas, e com o qual já gravou 2 CDs e viajou por vários países. Para o Circuito Dandô Isabella apresenta canções autorais e de amigos, entremeadas com contação de causos e cordéis numa apresentação dinâmica e interativa com o público, do samba ao forrobodó, da catira ao carimbó.


Ney Couteiro: é graduado em Composição pela Universidade Federal de Goiás e Mestre em Performance Musical (violão/arranjo) também pela UFG. Com 5 CD’s lançados, fez diversas trilhas para cinema, teatro e dança. Como produtor, arranjador e músico, já realizou e participou de vários espetáculos além de mais de 80 cds e DVDs produzidos numa carreira de 25 anos. Atualmente é professor do corpo de docentes do curso superior em Produção Cênicas do Instituto Basileu França.


Sabah Moraes: cantora e compositora brasileira, nascida em São Sebastião da Boa Vista, Marajó/PA, mas que vive em Goiânia há 15 anos. Com uma carreira sólida - construída em 30 anos de dedicação e estudos - gravou 8 CDs e 1 DVD. Já participou da gravação para trilhas sonoras de curtas e teatro e em CD’s de vários artistas, entre estes Ney Couteiro, Dércio Marques, Chico Aafa e João Bá. É uma das 15 artistas brasileiras que recebeu em São Paulo, em 19 de outubro de 2019, o Prêmio Grão de Música, em reconhecimento a sua trajetória e contribuição artística ao Brasil.


Victor Batista: cantor, compositor, arte-educador e violeiro autodidata; trabalha pela formação de crianças, jovens e adultos na região de Pirenópolis – GO, onde reside atualmente. Mineiro de nascença obteve em suas raízes culturais com sua família em cantorias à beira do fogão. Há mais de 20 anos na arte/educação ministra oficinas de iniciação à flauta doce para crianças e jovens e na área das cordas para jovens e adultos, Viola Caipira e Violão. Suas obras estão registradas em 05 CD’s independentes e autorais intitulados: “Além da Serra do Curral”, “En’cantando com a Biodiversidade”, “Manchete do Tico-Tico”; “Coração Caminhador”.


(Foto: Amanda Ricoldi - Divulgação)

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