Operação transfere 1.133 detentos da Penitenciária Odenir Guimarães

Atualizado: 10 de Dez de 2020

Ação integrada conta com participação das polícias Civil, Militar, Penal, Técnico-científica, Rodoviária federal e Corpo de Bombeiros



DA REDAÇÃO


Uma mega operação de transferência de presos da Penitenciária Odenir Guimarães (POG), no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia foi realizada neste sábado (5.dez). A Operação Kaizen contou com apoio das polícias Civil, Militar, Penal, Técnico-Científica, Rodoviária Federal e do Corpo de Bombeiros Militar.


Cerca de 700 servidores estiveram envolvidos na ação, que remanejou 1.133 detentos. A divisão foi feita de forma estratégica entre todas as regionais que compõem a estrutura organizacional da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária.


A transferência dos custodiados da POG tem como principal objetivo a desocupação de uma área para que seja feita reforma e adequação das instalações do presídio, que foi construído na década de 1960. As intervenções serão feitas nos telhados, na rede elétrica e hidráulica, além da estrutura arquitetônica do presídio. A previsão é de que as obras, que vão iniciar na próxima segunda-feira (7.dez), gerem uma economia mensal de 30% nos gastos com a unidade.


“É uma unidade com mais de 60 anos de existência. Ela tem um custo de manutenção muito alto, tem problemas sanitários, tem problemas elétricos, tem problemas hidráulicos, além de ter uma arquitetura que não se adéqua mais aos tempos de hoje. De uma forma corajosa, o Estado de Goiás teve a condição de fazer essa intervenção para reorganizar a unidade, para que ela possa atender melhor às necessidades de custódia do preso e dar melhor condição de segurança para o servidor”, explica o diretor-geral de Administração Penitenciária coronel Agnaldo Augusto.


Outro fator importante para decisão de intervenção mais incisiva na POG é o de reorganizar o espaço que ao logo do tempo foi sofrendo modificações. “[A POG] Era uma unidade de difícil acesso [se necessário] e que o controle também era muito difícil, devido aos penduricalhos, aos puxadinhos que foram sendo feitos no decorrer dos anos, principalmente após rebeliões. Nós já começamos algumas obras, mas para essa intervenção mais firme, mais contundente, era necessário ter um número bem menor de presos. Hoje a gente está contando com isso. As outras unidades estão absorvendo [os detentos transferidos], mas todas dentro das suas capacidades”, explica o secretário de Segurança Pública, Rodney Miranda.

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